Consignado privado: o “novo queridinho” de quem é CLT
Se você trabalha de carteira assinada, já deve ter ouvido falar em consignado privado ou Crédito do Trabalhador. Não é modinha: é uma nova linha de crédito consignado para o setor privado, com juros menores e processo todo digital, criada pelo governo em 2025.
Segundo dados oficiais, o novo consignado para CLT já movimentou bilhões em empréstimos em poucos meses e pode beneficiar mais de 40 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
Mas, na prática, por que ele virou tendência entre trabalhadores CLT? Vamos por partes.
O que é, afinal, o consignado privado (Crédito do Trabalhador)?
O consignado privado é um tipo de empréstimo em que:
- as parcelas são descontadas direto do salário (folha de pagamento);
- a contratação é feita de forma digital, via Carteira de Trabalho Digital ou plataformas como o Juca;
- pode usar FGTS como garantia, o que reduz o risco para o banco e ajuda a baixar os juros.
Na comunicação do Juca, ele aparece como Crédito do Trabalhador – o “novo consignado privado” focado em quem é CLT:
Crédito do Trabalhador: o que é e como funciona
Crédito do Trabalhador: a nova fase do Juca
1. Juros menores que empréstimo pessoal comum
Aqui está um dos principais motivos da “tendência”:
- Empréstimo pessoal comum costuma ter juros bem mais altos.
- No consignado privado, como o pagamento vem direto da folha, o risco de calote é menor – e o juro cai junto.
Dados do governo e de entidades do sistema financeiro mostram que o novo consignado CLT foi desenhado justamente para oferecer juros mais baixos que o crédito pessoal tradicional, usando FGTS + salário como base.
O Blog do Juca já comparou isso na prática:
Comparativo 2025: Empréstimo Pessoal Comum vs Consignado Privado — Qual Vale Mais para o Trabalhador CLT?
2. Tudo digital: da proposta à assinatura
Outro ponto que fez o consignado privado explodir entre CLT é a experiência digital:
- o trabalhador acessa a Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital);
- autoriza o uso dos dados de forma segura;
- recebe propostas de várias instituições em até 24h e compara;
- contrata pelo app do banco ou pela plataforma parceira, como o Juca.
Ou seja:
é crédito com cara de 2025 – sem fila, sem papelada, sem ter que implorar pro gerente “ver com carinho”.
No Juca, o fluxo segue essa lógica: simulação online, análise automática, contrato digital e dinheiro na conta em minutos, quando aprovado.
Pra entender melhor o lado “crédito digital” da história:
Crédito digital: 5 passos pra cuidar do seu dinheiro
3. Acesso ampliado: mais de 40 milhões de trabalhadores
Antes, o consignado no setor privado dependia de convênios específicos entre empresa e banco. Isso travava o acesso: muita gente CLT simplesmente não tinha opção.
Com a MP 1.292/2025 e o Crédito do Trabalhador, o cenário muda:
- a contratação passa a ser feita via sistemas digitais integrados (CTPS Digital, FGTS Digital, eSocial);
- até 47 milhões de trabalhadores podem ser atendidos, incluindo domésticos, rurais e empregados de MEI formalizado.
Na prática, o consignado privado deixa de ser coisa “pra poucos” e vira uma possibilidade real pra quase todo mundo que é CLT.
O Juca traduz isso de forma simples em vários conteúdos, como:
Crédito do Trabalhador CLT vale a pena em Junho/2025? Entenda como funciona o consignado privado
4. Portabilidade e comparação fácil: trabalhador no controle
Outro motivo da tendência: o poder de escolha.
As regras do novo consignado CLT permitem:
- portabilidade do crédito entre bancos, a partir de junho de 2025;
- comparação de propostas em um só lugar (CTPS Digital e plataformas parceiras);
- migração de empréstimos antigos para o novo modelo, com juros melhores.
Isso muda o jogo porque o trabalhador deixa de ficar “preso” a um único banco.
Se aparece uma taxa mais baixa, ele pode levar o contrato pra outra instituição e pagar menos.
5. Consignado privado ajuda a trocar dívida cara por dívida mais leve
Na vida real, muita gente tem usado o consignado privado pra:
- sair do rotativo do cartão (juros altíssimos);
- zerar cheque especial;
- juntar vários empréstimos caros em uma parcela só, com juros menores.
Como o consignado usa desconto em folha + FGTS como garantia, os juros tendem a ser bem mais baixos que:
- crédito pessoal comum;
- rotativo do cartão;
- cheque especial.
Isso explica por que tanta gente CLT está trocando dívidas antigas pelo Crédito do Trabalhador – e por que essa modalidade virou tendência em 2025.
Se você quiser ver exemplos práticos de quando vale a pena, tem um guia completo aqui:
Crédito do Trabalhador: Vale a Pena? Descubra e Simule!
Mas atenção: tendência não é convite pra se endividar
Tudo isso não significa que qualquer empréstimo consignado é uma boa ideia.
Antes de contratar, vale checar:
- quanto da sua margem consignável (até 35%) já está comprometida;
- se a parcela cabe no seu orçamento sem mexer nas contas básicas;
- se você está usando o crédito pra organizar a vida, e não pra impulso.
Crédito consciente continua sendo regra de ouro.
O próprio Juca bate muito nessa tecla neste artigo:
Crédito consciente: uso inteligente do dinheiro
Conclusão: por que o consignado privado virou tendência CLT
Resumindo, o consignado privado (Crédito do Trabalhador) virou tendência entre quem é CLT porque junta:
- juros menores que o empréstimo pessoal comum;
- contratação digital, sem papelada;
- acesso ampliado a milhões de trabalhadores com carteira assinada;
- possibilidade de portabilidade e comparação entre várias ofertas;
- uso estratégico pra trocar dívidas caras por uma parcela mais leve.
Se você é CLT e está pensando em contratar crédito, o consignado privado pode, sim, ser uma das opções mais inteligentes – desde que faça sentido pro seu orçamento e pro seu momento.
Quer entender, na prática, se o consignado privado cabe no seu bolso e quanto você poderia pegar?
Acesse o Blog do Juca, leia os conteúdos sobre Crédito do Trabalhador e, quando estiver seguro da decisão, simule em segundos em www.vemprojuca.com.




