Janeiro chega cobrando tudo junto: fatura de dezembro, material escolar, IPVA, IPTU, seguro, matrícula… e a sensação de que o salário “evaporou” em três dias. Antes de entrar no modo desespero, vale lembrar: não é sobre mágica, é sobre planejamento simples. Neste artigo, a ideia é te mostrar um passo a passo bem pé no chão pra organizar as despesas de janeiro, entender o tamanho do problema e criar um plano que caiba na sua realidade — com ou sem ajuda de crédito.
1. Primeiro passo: listar tudo o que janeiro está cobrando
Parece óbvio, mas quase ninguém faz: colocar tudo no papel.
Em uma folha, no bloco de notas ou planilha, separe:
- Contas fixas do mês
Aluguel, condomínio, luz, água, internet, telefone, transporte. - Despesas de início de ano
IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, seguros, anuidades. - Dívidas que vieram de dezembro
Cartão de crédito, compras parceladas, cheque especial, empréstimos.
Ao lado de cada item, escreva:
- quanto você deve;
- quando vence;
- se tem juros (e se são altos ou não).
É esse raio-X que mostra se o problema é falta de dinheiro, falta de organização ou os dois.
2. Separar o que é urgente do que é importante
Com a lista pronta, você começa a priorizar:
- Contas que podem gerar corte de serviço ou dor de cabeça rápida
Luz, água, aluguel, escola, condomínio. - Contas que dão desconto à vista
IPVA, IPTU ou alguma negociação especial. - Dívidas com juros mais altos
Rotativo do cartão, cheque especial, atrasos bancários.
Essas costumam ser as primeiras da fila.
O resto entra no que pode ser negociado, parcelado ou reorganizado.
Uma dica que funciona bem é montar três colunas:
- “Tem que pagar agora”
- “Dá pra negociar”
- “Posso empurrar um pouco sem virar bola de neve”
Só isso já tira aquele nó da cabeça de “tá tudo atrasado” e mostra por onde começar.
3. Montar um mini orçamento só para janeiro
Em vez de pensar no ano todo, foque em salvar janeiro.
Pegue sua renda líquida (o que entra de verdade na conta) e distribua:
- X% para contas básicas (moradia, alimentação, transporte);
- Y% para despesas de início de ano (impostos, escola, seguros);
- Z% para dívidas e negociações (cartão, banco, compras atrasadas).
Se precisar apertar um pouco lazer, delivery e compras não essenciais por algumas semanas, tudo bem: é melhor um corte temporário do que carregar o peso o ano inteiro.
Se você quiser se aprofundar em planejamento financeiro de um jeito leve e prático, o Blog do Juca tem conteúdos específicos sobre organizar o começo de ano:
Blog do Juca – Educação financeira e crédito do trabalhador
4. Quando faz sentido usar crédito em janeiro
Crédito não é inimigo, mas não é extensão do salário.
Ele pode ajudar em duas situações principais:
- Trocar dívida cara por dívida mais barata
- Sair do rotativo do cartão e do cheque especial;
- Unificar várias dívidas em uma parcela com juros menores (como consignado).
- Organizar despesas essenciais de início de ano
- Pagar IPVA/IPTU à vista com desconto;
- Colocar escola e contas básicas em dia, evitando cortes e multas.
O cuidado aqui é simples:
- a parcela não pode brigar com aluguel, comida e remédio;
- o crédito precisa ter começo, meio e fim (data de saída), não pode virar costume.
Se você é CLT, o consignado privado / Crédito do Trabalhador costuma ser uma opção mais barata que empréstimo pessoal comum, justamente por usar o desconto em folha como garantia. Mas ele também precisa caber no seu orçamento e ser contratado com calma, sem pressa.
5. Pequenos ajustes que fazem muita diferença no mês
Além de lista e planejamento, alguns ajustes ajudam muito em janeiro:
- Revisar assinaturas que você nem usa mais (apps, clubes, serviços).
- Reduzir temporariamente algumas despesas variáveis (delivery, apps de transporte, lazer caro).
- Vender algo parado em casa que tenha valor real pra liberar um fôlego.
Não é sobre “cortar toda alegria da vida”, e sim sobre dar um gás em janeiro pra não carregar esse peso até dezembro de novo.
6. Onde buscar ajuda confiável para organizar o dinheiro
Na internet tem muita dica torta sobre finanças.
Se você quiser estudar um pouco mais sem cair em cilada, vale buscar fontes oficiais.
O Banco Central do Brasil, por exemplo, mantém uma área de Cidadania Financeira, com conteúdos gratuitos sobre orçamento, crédito, dívidas e planejamento financeiro, tudo pensado pro dia a dia de quem está tentando colocar a vida em ordem.
Juntar esse tipo de material com os conteúdos do Blog do Juca já te coloca alguns passos à frente na hora de decidir se vale a pena, ou não, pegar crédito em janeiro.
Conclusão: janeiro pesa, mas não precisa te engolir
Organizar as despesas de janeiro não é sobre fórmulas mágicas.
É sobre:
- enxergar tudo o que você deve;
- priorizar o que é urgente e caro;
- montar um mês “de guerra”, com um orçamento simples;
- só usar crédito quando realmente fizer sentido para trocar dívidas ruins por uma solução melhor.
O Juca entra exatamente aqui: como plataforma de crédito do trabalhador, pra te oferecer soluções digitais, com juros mais justos e informação clara, pra que o empréstimo seja ferramenta — não mais um problema.
Quer dar o próximo passo?
Organize suas contas com base nesse passo a passo, veja se um crédito faria sentido na sua realidade e, se fizer, conte com o Juca pra simular e contratar de um jeito simples e 100% digital.




